"Se meu problema fosse só esse, eu já teria parado de fumar", diz dirigente que lidera negociação do nome da arena; para ele, ano foi "excelente" para cofres do Corinthians
A venda dos naming rights da arena do Corinthians já não provoca tamanha ansiedade em Andrés Sanchez, superintendente do clube e principal responsável pelas negociações que já duram mais de três anos. Fumante inveterado, o dirigente acredita que, enfim, a empresa que terá direito sobre o nome do estádio será anunciada neste fim de ano.
– Se meu problema fosse só esse, eu já teria parado de fumar – afirmou Andrés Sanchez, ao ser questionado se as conversas têm aumentado sua ansiedade e o número de cigarros consumidos por dia.
Andrés também está satisfeito com o que o Corinthians conseguiu em 2015. Para ele, mais até do que o título brasileiro, muito próximo de ser conquistado, o que surpreendeu foi a recuperação financeira do clube, atolado em dívidas e com previsão de déficit de R$ 30 milhões neste ano, segundo o próprio diretor financeiro do Corinthians, Emerson Piovezan.
– Tecnicamente, o ano foi bom. Mas financeiramente foi excelente, muito mais do que a gente esperava – disse Andrés Sanchez.
Neste ano, o Corinthians perdeu jogadores importantes como Guerrero, Sheik, Fábio Santos e Petros, reduziu a folha salarial mensal, segundo Piovezan, de R$ 10 milhões para R$ 8 milhões, quitou débitos de direitos de imagem com alguns jogadores que se arrastavam desde 2014, e está prestes a conquistar o hexacampeonato brasileiro.
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